Martins, Marinete AparecidaSouza, Laura Alves de OliveiraSouza, Laura Alves de OliveiraFerreira, Lucas Yuni de SousaFerreira, Lucas Yuni de SousaLima, Nicolli Ayumi Sakai AlmeidaLima, Nicolli Ayumi Sakai Almeida2025-12-122025-12-122025https://repositorio.uniso.br/handle/uniso/2401https://doi.org/10.22482/dspace/583O presente estudo tem como objetivo analisar como a literatura científica aborda os impactos do fim do regime home office na produtividade e na qualidade de vida dos colaboradores. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica telematizada na base de dados SciELO, entre janeiro de 2021 e setembro de 2025, utilizando descritores relacionados ao regime de trabalho, desempenho organizacional e fatores humanos. A busca concentrou-se em periódicos de referência na área de Administração, como a Revista de Administração Contemporânea, Brazilian Business Review e a Revista de Administração de Empresas, a fim de garantir rigor teórico e relevância científica. Os resultados revelaram que a maioria dos estudos explora o teletrabalho e o bem-estar de forma isolada, havendo poucos trabalhos que relacionam diretamente o fim do home office aos efeitos sobre a produtividade e a qualidade de vida. A análise dos artigos selecionados evidenciou que o retorno ao modelo presencial tem gerado desafios de readaptação, aumento do estresse e redução da satisfação dos colaboradores, especialmente pela perda de flexibilidade e pelo retorno aos deslocamentos diários. Por outro lado, o modelo híbrido tem se mostrado uma alternativa viável, equilibrando eficiência organizacional e bem-estar humano. Assim, o debate sobre o fim do home office deve considerar não apenas as implicações produtivas, mas também as dimensões psicossociais do trabalho, de modo que as organizações possam adotar práticas de gestão mais sustentáveis e humanizadas.El presente estudio tiene como objetivo analizar cómo la literatura científica aborda los impactos del fin del régimen de home office en la productividad y en la calidad de vida de los colaboradores. Para ello, se realizó una revisión bibliográfica telematizada en la base de datos SciELO, entre enero de 2021 y septiembre de 2025, utilizando descriptores relacionados con el régimen de trabajo, el desempeño organizacional y los factores humanos. La búsqueda se concentró en revistas de referencia en el área de Administración, como la Revista de Administração Contemporânea, la Brazilian Business Review y la Revista de Administração de Empresas, con el fin de garantizar rigor teórico y relevancia científica.Los resultados revelaron que la mayoría de los estudios exploran el teletrabajo y el bienestar de forma aislada, existiendo pocos trabajos que relacionen directamente el fin del home office con los efectos sobre la productividad y la calidad de vida. El análisis de los artículos seleccionados evidenció que el retorno al modelo presencial ha generado desafíos de readaptación, aumento del estrés y reducción de la satisfacción de los colaboradores, especialmente debido a la pérdida de flexibilidad y al regreso de los desplazamientos diarios. Por otro lado, el modelo híbrido se ha mostrado como una alternativa viable, equilibrando la eficiencia organizacional y el bienestar humano. Así, el debate sobre el fin del home office debe considerar no solo las implicaciones productivas, sino también las dimensiones psicosociales del trabajo, de modo que las organizaciones puedan adoptar prácticas de gestión más sostenibles y humanizadas.Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilAdministração - TCCUniversidade de Sorocaba - TCCDo home office ao presencial: o estado da questão na qualidade de vida e produtividade dos colaboradoresArtigo / TCCCiências Sociais Aplicadas::Administração