Mamografia no diagnóstico do câncer de mama: características gerais, limitações e integração com métodos complementares de imagem
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O câncer de mama constitui um dos principais problemas de saúde pública em nível mundial, sendo uma das neoplasias mais incidentes entre mulheres e uma importante causa de mortalidade. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo compreender a mamografia no diagnóstico do câncer de mama, abordando suas características gerais, benefícios, limitações e a integração com métodos complementares de imagem. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada por meio de buscas em bases de dados como PubMed, SciELO e Google Acadêmico, considerando publicações entre 2011 e 2025. Ao final do processo de seleção, foram incluídas 26 referências, considerando a relevância científica, a atualidade das publicações e o alinhamento com o tema proposto. Os resultados evidenciam que a mamografia permanece como o principal método de rastreamento, apresentando elevada sensibilidade diagnóstica e contribuindo significativamente para a detecção precoce da doença. Entretanto, limitações como a redução da sensibilidade em mamas densas, além da ocorrência de resultados falsopositivos e falso-negativos, indicam a necessidade de associação com outros métodos, como ultrassonografia, tomossíntese e ressonância magnética. Adicionalmente, destaca-se a importância da atuação do biomédico na garantia da qualidade dos exames e no suporte ao diagnóstico. Conclui-se que a mamografia é essencial no diagnóstico do câncer de mama, porém sua utilização deve estar integrada a estratégias complementares e individualizadas, visando maior precisão diagnóstica e melhores resultados clínicos.
