Preferências assimétricas por investidores pessoa física em investimentos no mercado acionário brasileiro
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Este artigo tem por objetivo a análise do comportamento de preferências assimétricas por investidores pessoa física em alocações no mercado acionário brasileiro, conforme proposto pela teoria da perspectiva e utilidade esperada, nos fatores de aversão à perda e ao risco, respectivamente. Para isso, foi realizada uma simulação quantitativa para o período de 2013 a 2024, calculando-se a alocação ótima em ações para diferentes segmentos do varejo bancário (Tradicional, Alta Renda e Private) e, de forma geral, sob ambas as teorias. Conforme a hipótese, o comportamento observado apresenta maior aderência ao conceito de aversão à perda, sendo observado ainda um comportamento mais conservador para os investidores do segmento tradicional e alta renda, diferente do private que se demonstra mais arrojado. Questões como um processo de miopia, entendida como a frequente reavaliação do portfólio, combinadas com uma maior significância às perdas, aliadas ao nível de acesso à educação financeira e adaptação ao mercado, auxiliam a compreender o comportamento geral e por segmento.
