O estado da arte da inteligência artificial generativa como ferramenta de prática docente : revisão de escopo
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Inteligência artificialInteligência artificial - Aplicações educacionais
Tecnologia educacional
Prática de ensino
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Abstract
Conforme identificado e discutido no Grupo em Educação Superior, Tecnologia e Ino-vação (GPESTI), do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba, da linha Cotidiano Escolar, a Inteligência Artificial Generativa (IAG) é co-nhecida e utilizada em diversas áreas, dentre elas a do ensino. Esta pesquisa parte da pergunta: como as práticas pedagógicas, que envolvem a Inteligência Artificial Ge-nerativa como ferramenta de prática docente, podem contribuir para o desenvolvi-mento da competência? O objetivo geral desta pesquisa foi avaliar como as práticas pedagógicas que envolvem IAG podem contribuir para o desenvolvimento de compe-tência. Para atingir esse objetivo, optou-se por elaborar um protocolo de Revisão de Escopo (RE), segundo o Instituto Joanna Briggs (JBI): para mapear as fontes encon-tradas; descrever a evolução da IAG e sua relação com a Educação; sistematizar os conhecimentos obtidos para consolidar o Estado da Arte sobre a utilização da IAG como ferramenta de prática docente. Por meio dessas ações, identificar os aspectos que afetam a prática e o desenvolvimento da competência. Essa pesquisa se justifica porque os conhecimentos mapeados sobre o uso da IAG nas práticas docentes po-dem contribuir para que gestores, docentes e discentes reflitam sobre suas aplica-ções, prevendo e auxiliando na resolução de eventuais problemas pedagógicos. A metodologia se pautou na RE para identificar as evidências quantitativas e qualitati-vas, para verificar se IAG pode contribuir para o desenvolvimento da competência e para apresentar as análises com mapas, gráficos e quadros. As análises das 694 fon-tes selecionadas indicam que as práticas pedagógicas com o uso da IAG podem con-tribuir para o desenvolvimento da competência de docentes e discentes, da Educação Básica, do Ensino Superior e da Pós-Graduação. Além disso, a ferramenta amplia as possibilidades metodológicas e avaliativas, muito embora ainda haja alguns desafios, como a falta de diretrizes formais para o uso da IAG, a necessidade de alfabetização digital, clareza sobre a utilização segura e fragilidades como privacidade, discrimina-ção, plágio, cocriação e uso ético da ferramenta.
