Educar na biologia do amor : o exercício de valores humanos entre alunos do ensino médio com o auxílio de tecnologia
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Este estudo examina a interseção entre sexo e identidade de gênero não binária na discriminação em processos de contratação, utilizando uma análise de currículos. O sexo foi sinalizado pelo primeiro nome e a identidade não binária pelo uso do pronome neutro "elu/delu". Os resultados mostram que candidatos não binários do sexo masculino e feminino enfrentam níveis semelhantes de discriminação, com padrões de discriminação baseada em sexo que se assemelham aos de candidatos cisgêneros com o mesmo sexo implícito: candidatos com nome feminino são penalizados em ocupações predominantemente masculinas e vice-versa. Candidatos com identidades minoritárias interseccionais — sendo do sexo não dominante e utilizando pronomes não binários — enfrentam discriminação ainda maior. Essas descobertas destacam a importância de se considerar identidades interseccionais para a compreensão das disparidades no mercado de trabalho.
