Do tratamento convencional a uma terapia inovadora: comparação entre insulinoterapia e o transplante de células-tronco para o tratamento da diabetes tipo 1
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A Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença metabólica autoimune de grande relevância clínica e social, caracterizada pela destruição das células beta pancreáticas e consequente deficiência absoluta de insulina. Este trabalho tem como objetivo analisar as formas de tratamento da DM1, com ênfase nas terapias tradicionais e nas abordagens inovadoras, como o transplante de células-tronco. A metodologia consistiu em uma revisão narrativa exploratória, baseada em artigos científicos recentes disponíveis em bases de dados como SciELO, PubMed, Google Acadêmico e em livros selecionando publicações entre os anos de 2001 a 2025. Foram analisados estudos que abordam a fisiopatologia da doença, os desafios da insulinoterapia e os avanços biotecnológicos voltados à regeneração das células beta pancreáticas. Os resultados apontam que, embora a insulinoterapia continue sendo o tratamento padrão para o controle glicêmico, ela apresenta limitações relacionadas à adesão e à estabilidade do medicamento. Em contrapartida, o transplante de células-tronco tem se mostrado uma alternativa promissora, com potencial para restaurar parcialmente a função pancreática e reduzir a dependência da insulina exógena. Conclui-se que os avanços nas terapias celulares representam um marco importante na busca por estratégias mais eficazes para o manejo da DM1, podendo, futuramente, modificar significativamente o prognóstico e a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, essas pesquisas ainda enfrentam desafios éticos, técnicos e de alto custo para seu desenvolvimento.
