home.name.title

Biocarvão de resíduo da produção da fungicultura para tratamento de água contaminada com hormônios

Loading...
Thumbnail Image

Date

item.page.type

Dissertação

Reviewed work year

item.page.course

Title of the reviewed work

Review Author(s)

Responsible

Advisor(s)

Co-Advisor(s)

Organizer(s)


Journal Title

Journal ISSN

Volume Title

Report Number

Identification

relationships.isProjectOf

relationships.isOrgUnitOf

relationships.isJournalIssueOf

Publisher

Abstract

Métodos de tratamento de água usando biocarvão (biochar) têm sido uma alternativa sustentável para a remoção de contaminantes da água. A utilização de resíduos orgânicos para a produção de carvão tem se mostrado viável devido ao fato de que a maioria desses materiais, após tratamento térmico, apresenta grande área superficial e formação de poros, potencializando a capacidade de adsorção de contaminantes emergentes como os hormônios. Desta forma, um novo biocarvão de substrato pós-cultivo de cogumelo foi produzido e avaliado para remover hormônios da água. Os substratos de cogumelos foram secos, triturados e pirolisados. A pirólise foi realizada em duas condições, a 250 e 450ºC com tempo de residência de 1h e a 600ºC por 20min. Os carvões obtidos foram previamente testados em batelada com uma solução de 17α-etinilestradiol e progesterona. A técnica de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência foi utilizada para determinar a concentração final remanescente na água e calcular o percentual de remoção do hormônio, avaliando qual carvão obteve o maior percentual. Em seguida, foram realizados os ensaios de cinética, isotérmica e de leito fixo, além da caracterização do biocarvão por meio de análise de Microscopia Eletrônica de Varredura. Nas imagens obtidas da análise microscópica, mostraram-se diferenças favoráveis ao carvão de 600 ºC, que apresentou uma área superficial maior, com mais formação de poros e reentrâncias. O carvão obtido à temperatura de 600 ºC também foi o que apresentou melhor percentual de remoção para os dois hormônios, nos primeiros testes, sendo para o 17α-etinilestradiol (EE2) superior a 88% e o da progesterona superior a 90%. Os resultados do estudo da cinética e da isoterma também confirmam os resultados prévios, sendo o qmáx para a progesterona no modelo de Sips foi de 119.3 mg progesterona/ g biocarvão e de 16,35 mg EE2/g biocarvão no modelo de Langmuir. Em conclusão, o biocarvão apresentou um bom percentual de remoção e pode ser utilizado como parte do processo de tratamento da água para remover contaminantes como os hormônios.


Notes

URL Description

Citation