O brincar no ensino da língua inglesa: adaptações de atividades tradicionais a partir da perspectiva sócio-histórico-cultural de Vygotsky
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O presente artigo analisa como as atividades expositivas tradicionais presentes no material didático de língua inglesa podem ser adaptadas a propostas pedagógicas fundamentadas no brincar, a partir da perspectiva sócio-histórico-cultural. A pesquisa parte da compreensão de que práticas centradas apenas na transmissão de conteúdos e na repetição estrutural podem limitar a participação e o engajamento dos estudantes no processo de aprendizagem da língua inglesa na escola pública. O estudo possui abordagem qualitativa e natureza bibliográfica. O corpus da pesquisa é composto pelo material didático Currículo em Ação: Livro do Estudante – Volume 1 – 6º ano – 2ª edição, utilizado na rede pública estadual de São Paulo. Após o mapeamento das atividades presentes no material, foram selecionadas quatro propostas com potencial interativo e lúdico, analisadas a partir das categorias de mediação pedagógica, interação social, protagonismo discente, ludicidade e uso significativo da língua inglesa. Os resultados demonstram que atividades originalmente estruturadas de maneira tradicional podem ser reinterpretadas e adaptadas em propostas mais colaborativas, dinâmicas e contextualizadas. Conclui-se que o brincar, mediado pelo professor, pode contribuir para tornar o ensino de língua inglesa mais participativo e socialmente significativo
