A ingestão de processados e ultraprocessados em relação a diabetes mellitus tipo 2
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O problema central deste trabalho consiste em compreender o aumento expressivo de casos da doença, que antes se manifestava com maior frequência em adultos e idosos, mas atualmente acomete também pessoas jovens. Busca-se entender a relação direta entre hábitos alimentares inadequados, estilo de vida sedentário e o crescimento das doenças crônicas não transmissíveis, representando um desafio para a saúde pública. O estudo discute como a facilidade de acesso, o baixo custo e a praticidade desses produtos influenciam negativamente os padrões alimentares, comprometendo a qualidade de vida e favorecendo o surgimento de complicações metabólicas. A metodologia adotada foi uma revisão narrativa da literatura, baseada em artigos científicos, livros e documentos oficiais publicados entre 2003 e 2025, obtidos em bases como SciELO, Google Acadêmico, Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde e Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes. Foram incluídos estudos que abordassem os tipos de diabetes, sinais e sintomas, além da influência da alimentação industrializada. Os resultados apontam que o diabetes mellitus tipo 2 é uma condição crônica caracterizada pela resistência à insulina, agravada por fatores como obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada. O aumento do consumo de produtos ultraprocessados no Brasil tem contribuído para a elevação dos índices da doença e para maiores custos no Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo evidencia que a alimentação moderna, associada à falta de atividade física, tem ampliado o número de diagnósticos em faixas etárias mais jovens
