Dialogia e sampling: a intertextualidade bakhtiniana no hip-hop contemporâneo
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Resumo / Abstract
A cultura do hip-hop abrange diversas formas de manifestação artística, como o grafite, o breakdance e o rap. Este último, em particular, é marcado pela prática do sampling, entendido como a reutilização de sons e faixas na criação de uma nova composição musical. O sampling pode acontecer de diversas maneiras, seja por meio de fragmentos de outras músicas, de sons da natureza ou até mesmo de trechos de fala. O objetivo geral deste artigo é, portanto, analisar o sampling como forma de construção de intertextualidade. Os objetivos específicos são: a – compreender o conceito de relações dialógicas à luz da teoria de Bakhtin e o Círculo, b – contextualizar historicamente e culturalmente o uso de sampling no hip-hop, destacando seu papel como prática estética e política e, c – identificar, em obras de artistas relevantes do gênero, exemplos que evidenciem a relação dialógica. A metodologia adotada é qualitativa, bibliográfica e contará com uma análise dialógica de faixas específicas de artistas como Black Alien, Link do Zap e Emicida. Como resultado, compreender como a dialogia se evidencia na música, principalmente pela prática do sampling.