O Pix como instrumento de inclusão financeira e digitalização dos pagamentos no Brasil
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Resumo / Abstract
O artigo analisa o impacto do Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, na inclusão financeira e na digitalização dos pagamentos. Destaca que o Pix, resultado do processo de digitalização financeira, ampliou o acesso da população a serviços bancários, especialmente para indivíduos antes excluídos do sistema formal. O estudo utilizou dados secundários do Banco Central, como relatórios e estatísticas do Pix, abrangendo o período de novembro de 2020 a setembro de 2025.Os resultados mostram crescimento acelerado do número de usuários e transações, diversificação dos participantes do sistema, redução do valor médio das transações e economia significativa em custos operacionais. O Pix substituiu parcialmente meios tradicionais de pagamento, como TED, DOC e dinheiro em espécie, e promoveu maior eficiência financeira para indivíduos e empresas. Observou-se ainda que as novas funcionalidades, como Pix Automático, Pix Saque, Pix Troco e Pix Parcelado, tendem a expandir ainda mais seu alcance e utilidade. O estudo conclui que o Pix se consolidou como ferramenta essencial de inclusão financeira e digitalização dos pagamentos, transformando hábitos de consumo e acesso a serviços financeiros. Novos desafios incluem segurança, adaptação das instituições financeiras e sustentabilidade das receitas. Pesquisas futuras podem avaliar o impacto das novas funcionalidades sobre tarifas, lucratividade e eficiência do sistema, reforçando seu papel estratégico na economia brasileira.