Avaliação da genotoxicidade do dióxido de titânio como excipiente farmacêutico: uma revisão integrativa
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Neste estudo é apresentado uma revisão integrativa da literatura a respeito da genotoxicidade do dióxido de titânio como um excipiente amplamente utilizado na indústria farmacêutica, cosmética, alimentícia, entre outras. Agências internacionais trouxeram à tona a preocupação com a segurança desse composto e desde então, esse assunto se tornou atual e importante. Os estudos científicos reunidos apontam que a genotoxicidade do dióxido de titânio é dependente da concentração, via de administração, tempo de exposição e o tamanho da partícula utilizada. Esse material causa genotoxicidade e dano ao DNA por meio de estresse oxidativo, causando mutações e alterações celulares, podendo induzir o desenvolvimento de doenças. Diante disso, é considerado as lacunas presentes na literatura como, as variantes do modelo biológico, diferenças nas concentrações e metodologias analíticas que podem influenciar à avaliação. Questões como a necessidade de regulamentações rigorosas para o uso desse composto também foram abordadas com foco na proteção da saúde pública. Entretanto, é necessário o desenvolvimento e acompanhamento de estudos científicos que abordem o uso à longo prazo, e em concentrações coerentes no cotidiano da população, a fim de assegurar o uso seguro do dióxido de titânio.
