Transtorno do espectro autista na educação matemática
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Ao ingressar no curso de matemática, por uma fala do prof. Mestre Coordenador Alvesmar, sobre oficina para alunos portadores de deficiências, ali observando a sua fala sobre a proposta veio o interesse na pesquisa, dentro de uma aula de Psicologia da educação soube um pouco mais sobre esses alunos e a inclusão, ali despertou o interesse pelo aluno TEA, devido à falta de formação e capacitação dos profissionais na área da educação com alunos diagnosticados, o TEA comumente chamado de autismo, segundo a organização Mundial da Saúde (OMS), refere se a uma série de condições por algum grau de comprometimento na fala, interesses em atividades repetitivas, são únicas, não possui cura, as manifestações são percebidas a partir 0 a 6 anos com limitações especiais e sociais. (Cunha 2015, p 27), Cunha propõe o acolhimento, respeito e diálogo, com intuito de compreender mais sobre o autismo, hipótese acredita-se que através de publicações já existentes, diretrizes e criando um ambiente de acolhimento para esse aluno, materiais que possam motivar ele ao aprendizado, interação social, desenvolvimento das metodologias aplicadas, a inclusão ocorra de forma agradável a todos alunos.
