A inserção do design biofílico nas práticas hands on como ferramenta de autocuidado e de enfrentamento do burnout
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Resumo / Abstract
Desde a industrialização, o distanciamento da natureza impulsionou a necessidade de integrar o 'amor às coisas vivas' nos espaços urbanos, colocando os designers em uma posição paradoxal de contribuir para o bem-estar sem depender exclusivamente de novos artefatos. Nesse cenário, surgem novas abordagens no design que, além de estéticas e funcionais, focam nas relações humanas para criar conexões e promover o bem-estar. Um dos destaques é a importância do design biofílico, que integra elementos naturais nos ambientes construídos, mas que tem sido utilizado de maneira contemplativa, isto é, estática. Desse modo, este estudo propõe reenquadrar o design biofílico e maximizar seus efeitos, alinhado às práticas hands on, que engajam e conectam ao processo de desenvolvimento. A dinamização do processo ocorre na tentativa de mitigar os efeitos do burnout na cultura organizacional e proporcionar momentos de descompressão no ambiente laboral, tendo como objeto a investigação e análise de um espaço móvel que, quando estacionado no pátio das empresas, permite atividades de plantio, oferecendo aos funcionários a oportunidade de descompressão e autocuidado através do contato com a terra. Além da experiência de jardinagem, é uma pausa necessária com fins terapêuticos e educativos.