Do tabuleiro para o texto: o RPG na construção da linguagem escolar
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Resumo / Abstract
Este trabalho tem como objetivo analisar as potencialidades pedagógicas do RolePlaying Game (RPG) como prática de linguagem e estratégia de ensino-aprendizagem nas aulas de Língua Portuguesa. Fundamentado na perspectiva dialógica de Bakhtin e na teoria sóciohistórico-cultural de Vygotsky, o estudo discute o RPG como atividade social mediada, capaz de articular imaginação, colaboração e construção coletiva de sentidos. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, mobiliza ainda as contribuições de Liberali (2009), Magalhães (2009) e Vendramini-Zanella et al. (2025), que compreendem a aprendizagem como prática situada, colaborativa e transformadora. Nessa perspectiva, o RPG é entendido como espaço de enunciação e interação, no qual os participantes constroem narrativas coletivas e ampliam suas possibilidades cognitivas, discursivas e sociais. Os resultados teóricos indicam que o RPG, ao unir ludicidade, linguagem e reflexão crítica, constitui uma prática dialógica e emancipadora, alinhada às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2025) e às concepções contemporâneas de ensino da linguagem como prática social e humanizadora.