O apagamento linguístico na Escócia: análise da situação do gaélico e do scots
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Resumo / Abstract
Na Escócia, o processo de colonização inglesa provocou um profundo apagamento linguístico, afetando principalmente o gaélico escocês, falado nas Highlands e ilhas, e o Scots, usado nas Lowlands. A partir da União com a Inglaterra, em 1707, o inglês consolidou-se como língua de prestígio, associada à administração, à educação e ao comércio, enquanto as línguas nativas foram marginalizadas e estigmatizadas. O estudo investiga, sob a perspectiva da Análise Dialógica do Discurso (ADD), como políticas educacionais, religiosas e administrativas contribuíram para esse apagamento e como as ideologias linguísticas moldaram identidades e relações de poder. A pesquisa, de caráter qualitativo e bibliográfico, também propõe reflexões pedagógicas sobre o ensino de línguas e a valorização da diversidade linguística em sala de aula. Conclui-se que compreender o apagamento linguístico como fenômeno discursivo e ideológico permite promover uma educação mais crítica, que reconhece a língua como expressão de cultura, identidade e resistência.